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Poema de Júlia Lopes de Almeida



O homem deve querer ser útil,
Viver obscuro, mas sua gente
Pelo trabalho tornar feliz.
É essa a glória na Vida fútil!
Que essa lhe baste. Viva contente,
Perfeito e humilde - como a raiz.



Fonte: "A Árvore", Livraria Francisco Alves, 1916.
Originalmente publicado em: "A Árvore", Livraria Francisco Alves, 1916.

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