Poema de crroma
Está longe de terminar.
Sabem o que aconteceu:
um julgamento fraudado
por juiz em conflito.
Os inquisidores não deram
a mudança de local.
Éramos minoria,
distrito em que me detestam.
Talvez porque minto ou corrupto,
pelas trapaças, por preconceitos,
abusos contra mulheres -
mas não porque busco
o lucro privado
(como todo bom lobista).
Desonroso julgamento condenou-me?
O veredito virá
definitivo pelo voto.
Eles - brancos trabalhadores
ou brancos endinheirados -
sabem:
eu vos atiro mentiras,
mil tipos de injúria,
atiro como quem nutre
domésticas moscas com restos,
e eles se satisfazem.
Obesos sorriem, consomem
enterrados no próprio individualismo.
Pobres são pobres por falta de mérito.
Então escutem
o que aqui aconteceu:
em vez de culpado, sou vítima,
um homem inocente
e está tudo bem,
nada fizemos de errado.
Luto pelo nosso país,
pela constituição.
A nação inteira fraudaram.
Os ocupantes do poder ferem
a seu político adversário
e provocam vergonha.
É dever continuar,
lutar até o fim e vencer
porque marchamos para o inferno.
Não temos mais
nem somos os mesmos,
mas divisão e desordem.
Declinamos,
as faces sérias confrontando o abismo:
milhões de pessoas afluem
- terroristas (ou latinos) -
de prisões,
de instituições mentais,
aqui tomam posse de nós,
em grandes apuros.
Uma decisão ardilosa,
um juiz em conflito.
Lutaremos, isso
está longe de terminar.
Um julgamento fraudado.
Humilde agora peço
seu apoio. Não se renda,
de mim nunca desista,
minha, nossa luta comum.
Dípteros fiéis, meus
seguidores,
venha a mim o vosso reino
durante o momento sombrio,
por favor contribua
com uma possível quantia
agora já
e diga:
eu estou ao lado dele.
(a partir do discurso de ex-presidente do USA após condenação por fraude)
