Poema de crroma
A ilusão da ciência
de controle do futuro
o tempo denuncia.
No interior de algorítimos,
exalta-se o espectro
arrogante das quimeras.
Estudantes em greve escolar,
cartazes de passeatas,
rebeldes cujas perfomances
pacíficas desobedecem.
A nada confrontam
por não confrontarem a si mesmos.
A natureza em mudança
contesta sociedades de autômatos.
Mas persiste o dessoante ruído
do duro marchar adiante,
enquanto acúmulo de poder
inclina a vida ao coflito.
