Emílio Moura
Vives em mim como um segredo.
Toco-te as mãos, beijo-te os olhos.
Por que te escondo, tanto, tanto?
Por que este medo?
Vives em mim como um segredo.
Chamo-te em vão, busco-te em vão.
Por que não grito que te quero?
Por que este medo?
Fonte: "Itinerário poético", Editora UFMG, 2002.
Originalmente publicado em: "O espelho e a musa", Movimento Editorial Panorama, 1949.
Fonte: "Itinerário poético", Editora UFMG, 2002.
Originalmente publicado em: "O espelho e a musa", Movimento Editorial Panorama, 1949.
