Emílio Moura
Nunca fui o meu mundo.
As coisas nunca me reconheceram.
Entre o efêmero e o eterno,
Que imagem minha se desenha,
Que imagem,
Muda e inútil?
Fonte: "Itinerário poético", Editora UFMG, 2002.
Originalmente publicado em: "Itinerário poético", 1969.
