Emílio Moura
És linda como a manhã que nasce.
Que amor o meu!
Olha: até parece que somos eternos,
livres e eternos.
Fonte: "Itinerário poético", Editora UFMG, 2002.
Originalmente publicado em: "Cancioneiro", Edições do Trevo, 1945.
Fonte: "Itinerário poético", Editora UFMG, 2002.
Originalmente publicado em: "Cancioneiro", Edições do Trevo, 1945.
