Emílio Moura
Uma rua velha e vazia,
uma casa velha e vazia
uma vida velha e vazia.
A poesia das coisas humildes
morrendo, morrendo...
(Meu Deus, fazei com que o dia de amanhã
seja diferente do dia de hoje!)
...morrendo com o hábito.
Fonte: "Itinerário poético", Editora UFMG, 2002.
Originalmente publicado em: "Ingenuidade", Editora Os Amigos do Livro, 1931.
