Astrid Cabral
Corre no chão do corpo um rio escuro
de turvas águas e desejos fundos
linfa ancestral entre pelos e apelos.
Nela, um boto prestes ao bote habita
e investe para que outros rio se gerem
e a vida não se aborte e eterna jorre.
Fonte: "Visgo da terra", Editora Valer, 2005.
Originalmente publicado em: "Visgo da terra", Editora Valer, 2005.
Fonte: "Visgo da terra", Editora Valer, 2005.
Originalmente publicado em: "Visgo da terra", Editora Valer, 2005.
