Adriane Garcia
No tronco, açoita-me, Ela
Meu sono tarda
E porque há peitos, para fora
Os ponho e amamento
Se é sangue ininterrupto
Menstruo
Disfarço que é fase
O que é eterno
E até quando for átomo
Quando desfeita retornar
A desconhecidos princípios
Serei parte da dor de outros.
Fonte: "O nome do mundo", Editora Armazém da Cultura, 2014.
Originalmente publicado em: "O nome do mundo", Editora Armazém da Cultura, 2014.
